Em entrevista para o projeto «Decálogo» / Imissio, por Sérgio Carvalho, a nossa Superiora Geral, a irmã Armandina Neto, aborda o passado, o presente e o futuro da Congregação das Irmãs Reparadoras de Nossa Senhora de Fátima. Recorda a história, reflete sobre os desafios atuais de um “mundo sem Deus” e aponta caminhos de esperança e renovação para o futuro.
«Nasceram do coração da Mensagem de Fátima, da espiritualidade reparadora e do desejo de “consolar Deus”, inspirado pelo venerável Padre Manuel Nunes Formigão. Cem anos depois da fundação, a Congregação das Irmãs Reparadoras de Nossa Senhora de Fátima continua presente em Portugal, Angola, Moçambique e Timor-Leste, entre a adoração eucarística, o acolhimento, a missão e a divulgação da Mensagem de Fátima. Num tempo de grandes mudanças sociais e religiosas, o centenário surge como ocasião de memória, renovação e futuro. Nesta entrevista da rubrica Decálogo, a Irmã Maria Armandina Neto fala da identidade reparadora, do Lausperene em Fátima, da missão pelo mundo e dos desafios da vida consagrada no século XXI. (reparadorasfatima.pt)», começa por referir Sérgio Carvalho, antes do início da entrevista, que pode ser lida na íntegra
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